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       Carppio de Morais
 
 

 

Carppio de Morais nasceu em 06 de março de 1962, em João Pinheiro – MG - Brasil. Aos 02 (dois) anos de idade mudou-se, com seus pais, para a capital do país, Brasília – DF, onde residiu até 1969. A seguir, transferiu-se para Goiânia, capital do Estado de Goiás, onde permaneceu até o final de 2006. No início do ano de 2007 retornou à Brasília, onde fixou a sua residência.

Desde criança sentiu muita atração pelas artes. Aos 08 (oito) anos começou a desenhar, aprimorando-se neste segmento até aos 18 (dezoito) anos, quando descobriu a pintura e a escultura. Nessa mesma época começou a trabalhar em Agências de Publicidade e Propaganda, mas, em 1982 abandonou a profissão por não sentir liberdade de criação, passando a dedicar-se à pintura. Participou de diversos salões de exposições coletivas e individuais.

Em 1984 afastou-se de tudo e partiu para a Amazônia. Na floresta, manteve contatos com mineradores, madeireiros e povos indígenas, onde pesquisou pigmentos e minerais.

Regressando ao Estado de Goiás, continuou sua trajetória na pintura, participando de diversos salões de exposições com objetos e instalações.

Em 1990 retornou à Amazônia para fazer novas pesquisas de materiais onde, na terra revirada pelos garimpeiros em busca de ouro e diamantes, descobriu pigmentos diversos de terra-cota; nas queimadas da mata retirou o preto do carvão para o desenho e, com os índios, descobriu o amor pela natureza e a necessidade de sua preservação. Desde então, passou a usar em seus trabalhos a terra-cota, gravetos e retalhos de madeiras rejeitados pelos marceneiros.

Foi convidado pela FUNAI e pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Tocantins, para ministrar cursos sobre pigmentos naturais em áreas indígenas para a tribo dos índios Xeretes.

Também, ministrou cursos de materiais artísticos na Universidade Federal de Goiás, no Museu de Arte Contemporânea de Goiânia a convite da Secretaria de Cultura do Estado de Goiás e, cursos de arte contemporânea na Fundação Jaime Câmara e no Colégio Carlos Chagas, em Goiânia.

Em 1997 foi convidado pela Galeria de Arte Casa Thomas Jefferson, em Brasília-DF, para uma exposição individual de Objetos e Instalações.

Está citado, como artista plástico, nas seguintes obras:

Da Caverna ao Museu: Dicionário das Artes Plásticas em Goiás, de Amaury Menezes;
Anuário Latino Americano de Las Artes Plásticas; e,
Artes Plásticas: seu mercado, seus leilões, de Júlio Lousada.

Atualmente suas obras encontram - se em grandes Galerias, e em mãos de colecionadores particulares brasileiros e de vários outros países, como: Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Itália, Bélgica, França, Alemanha, Japão e outros.

 

     
   
   

 

                                   
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