|
|
Carppio de Morais
nasceu no dia 06 de março de 1962,
em João Pinheiro
– MG. - Brasil. Aos 02 (dois) anos de idade mudou-se, com seus pais,
para a capital do país, Brasília – DF, permanecendo até o ano de
1969. Depois, transferiu-se para a capital de Goiás, Goiânia, onde
residiu até o ano de 2006. Em seguida, retornou-se à Brasília-DF,
fixando a sua residência.
Desde criança sentiu
muita atração pelas artes. Aos 08 (oito) anos começou a desenhar,
aprimorando-se neste segmento até aos 18 (dezoito) anos, quando
descobriu a pintura e a escultura. Nessa mesma época começou a
trabalhar em Agências de Publicidade e Propaganda, mas, em 1982
abandonou a profissão por não sentir liberdade de criação,
passando a dedicar-se à pintura.
Em 1984 afastou-se de tudo e
partiu para a Amazônia. Na floresta, manteve contatos com
mineradores, madeireiros e povos indígenas, onde pesquisou pigmentos
e minerais.
Regressando ao Estado de Goiás,
continuou sua trajetória na pintura, participando de diversos salões
de exposições, coletivas e individuais, com pinturas, objetos e
instalações.
Em 1990 retornou à Amazônia para fazer novas pesquisas de
materiais onde, na terra revirada pelos
garimpeiros, em busca de ouro e diamantes, descobriu pigmentos
diversos de terra-cota; nas queimadas da mata, retirou o preto do carvão
para o desenho e, com os índios, descobriu o amor pela natureza e a
necessidade de sua preservação. Desde então, passou a usar em seus
trabalhos a terra-cota, gravetos e retalhos de madeiras rejeitados
pelos marceneiros.
Foi convidado pela FUNAI e
pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Tocantins, para
ministrar cursos sobre pigmentos naturais, em área indígena, para a
tribo dos índios Xerente.
Também, ministrou cursos de
materiais artísticos na Universidade Federal de Goiás, no Museu de
Arte Contemporânea de Goiânia a convite da Secretaria de Cultura do
Estado de Goiás e, cursos de arte contemporânea na Fundação Jaime
Câmara e no Colégio Carlos Chagas, em Goiânia.
Está citado, como artista plástico, nas seguintes obras:
Da Caverna ao Museu: Dicionário das Artes Plásticas em Goiás,
de Amaury Menezes;
Anuário Latino Americano de Las Artes Plásticas; e,
Artes Plásticas: Seu Mercado, Seus Leilões, de Júlio
Louzada.
Atualmente suas obras encontram - se
em grandes Galerias
, e em mãos de colecionadores particulares brasileiros e de vários
outros países, como: Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Itália, Bélgica,
França, Alemanha e Japão, entre outros.
|
|
|