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Carppio de Morais
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Em 1984 afastou-se de tudo e partiu para a Amazônia. Na floresta, manteve contatos com mineradores, madeireiros e povos indígenas, onde pesquisou pigmentos e minerais. Regressando ao Estado de Goiás, continuou sua trajetória na pintura, participando de diversos salões de exposições com objetos e instalações. Em 1990 retornou à Amazônia para fazer novas pesquisas de materiais onde, na terra revirada pelos garimpeiros em busca de ouro e diamantes, descobriu pigmentos diversos de terra-cota; nas queimadas da mata retirou o preto do carvão para o desenho e, com os índios, descobriu o amor pela natureza e a necessidade de sua preservação. Desde então, passou a usar em seus trabalhos a terra-cota, gravetos e retalhos de madeiras rejeitados pelos marceneiros. Foi convidado pela FUNAI e pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Tocantins, para ministrar cursos sobre pigmentos naturais em áreas indígenas para a tribo dos índios Xeretes. Também, ministrou cursos de materiais artísticos na Universidade Federal de Goiás, no Museu de Arte Contemporânea de Goiânia a convite da Secretaria de Cultura do Estado de Goiás e, cursos de arte contemporânea na Fundação Jaime Câmara e no Colégio Carlos Chagas, em Goiânia. Em 1997 foi convidado pela Galeria de Arte Casa Thomas Jefferson, em Brasília-DF, para uma exposição individual de Objetos e Instalações. Está citado, como artista plástico, nas seguintes obras:
Da Caverna ao Museu:
Dicionário das Artes Plásticas em Goiás, de Amaury Menezes; Atualmente suas obras encontram - se em grandes Galerias, e em mãos de colecionadores particulares brasileiros e de vários outros países, como: Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Itália, Bélgica, França, Alemanha, Japão e outros.
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